Este livro escrevi-o com sentimentos dúbios, mas que não deixa de transparecer, em suas páginas, sonhos, incertezas, esperanças, saudades, lembranças, solidão, etc., com a prerrogativa de esmiuçar o amor  que coexiste na lide  cotidiana de cada um.

Bem, nós, poetas, podemos versar uma utopia ou podemos deixar a nossa inspiração divagar em situações reais, incitando a alma humana a revelar seu universo particular e único.

E assim nasce um poeta, guarnecido de emoções que transcendem os  liames da consciência. Muitas vezes, nós permitimos que se conjecture com nossos escritos, mas não sabemos se há condescendência com as nossas verdades. Isso me remete ao grande poeta português, Fernando Pessoa, que nos deixou uma reflexão: Será o poeta um fingidor? Espero que você, leitor, possa desenredar as suas entrelinhas, ora se situando em cada poesia, ora tentando entender uma mensagem subjacente. O amor é um prato cheio para o autor, ele o tempera de acordo com os sentimentos que podem advir do contexto  de cada um. Sirva-se, mas com  parcimônia!