PATRONO DA CADEIRA Nº 29 DA ACADEMIA
TAUBATEANA DE LETRAS.
José Eugenio Guisard Ferraz
Introdução.
Como parte das obrigações
advindas com a entrada na Academia Taubateana de Letras, aqui apresento a
exaltação do patrono da cadeira número 29, para a qual fui indicado. Na
elaboração desta tarefa procurei não só conhecer a vida e as realizações do meu
patrono, mas também aprender sobre o ambiente em que ele viveu, as condições em
que desenvolveu seus trabalhos, e o quanto influenciou a sociedade ao seu
redor.
Peregrinei pelos
corredores do Museu da Imagem e do Som, o MISTAU, consultei a Biblioteca
Municipal de Taubaté Prof.º “José Jerônymo de Souza Filho”, fui até a Cúria
Diocesana de Taubaté em busca dos antigos exemplares do seu jornal O Lábaro, e
ao Serviço Paroquial de Assistência na Paróquia da Santíssima Trindade da Vila
de Nossa Senhora das Graças.
O primeiro, e excelente,
passo nessa aprendizagem veio com a leitura do livro “Padre José Luiz e a Vila
das Graças” escrito por Thereza Freire Vieira, saudosa acadêmica e antiga
presidente da ATL. Nesse trabalho, a autora praticamente exaure o que se poderia
dizer sobre o padre José Luiz, e se tornou a principal fonte de informação para
a minha pesquisa.
A segunda referência,
retirada de uma antiga edição de O Lábaro, foi uma entrevista dada pelo colega
acadêmico Alfredo Barbieri em que ele discorre sobre a vida do padre José Luiz,
de quem foi coroinha na paróquia da Vila das Graças.
Por último, tive acesso
ao discurso de exaltação realizado por meu antecessor da cadeira 29 da
Academia, Oscar Vicente Vieira Soares, de setembro de 2002.
Munido desses dados,
percebi a dificuldade de meu trabalho, não mais por falta de conhecimento, mas
sim por pouco poder acrescentar ao que os ilustres colegas de academia já
tinham escrito.
O menino e sua formação.
José Luiz Pereira Ribeiro
nasceu, em Pindamonhangaba, em 12 de maio de 1920, filho de José Maria Ribeiro
e Maria Caetana Pereira, e predestinado a uma vida devotada ao sacerdócio e à
proteção dos necessitados.
Era parente distante do
Monsenhor Claro Monteiro do Amaral (1860-1901), também nascido em
Pindamonhangaba. Monsenhor Claro foi professor e capelão do Colégio Bom
Conselho em Taubaté e o primeiro Vigário de Aparecida. Após atuar como
missionário catequista de tribos indígenas, no noroeste do estado de São Paulo,
foi morto, durante um ataque de índios coroados também chamados de caingangues,
durante uma travessia sendo feita num dos rios daquela região, o rio Feio.
Fez seu curso primário,
no Externato São José, das Irmãs Franciscanas, e, em tenra idade, foi coroinha,
na Igreja Matriz de Pindamonhangaba, onde o Pároco era o Monsenhor João José de
Azevedo. Monsenhor João José (1898-1976) foi Vigário de Pindamonhangaba, a
partir de 1924, tendo sido eleito pelo Cabido Diocesano para Vigário Capitular,
e nessa condição, dirigiu a Diocese de Taubaté, no intervalo entre a saída de
Dom Epaminondas Nunes de Ávila e Silva, o primeiro bispo de Taubaté, e a
chegada do novo bispo, Dom Francisco Borja do Amaral, em um período de três
anos, de 1941 a 1944.
Com essa vivência tão
próxima da igreja, e seguindo sua própria orientação religiosa, José Luiz
iniciou, em 1933, seus estudos, no Seminário Menor de Taubaté, seguindo depois,
em 1937, para o Seminário Maior de Belo Horizonte onde se especializou em Filosofia,
continuando, em 1939, no Seminário Maior de São Paulo com o curso de Teologia.
Nessa instituição, ganhou o prêmio Macedo Soares pela sua performance no
curso.
Em 27 de dezembro de
1942, em uma celebração solene realizada na Igreja Matriz de Pindamonhangaba,
recebeu as sagradas ordens do Presbiterato das mãos de Dom Francisco Borja do
Amaral, o então Bispo de Lorena com a participação de Monsenhor João José, Vigário
da cidade e de várias personalidades locais entre elas o ilustre advogado Dr.
Demétrio Ivahy Badaró.
O Padre José Luiz e sua carreira
religiosa.
Em primeiro de janeiro de
1943, rezou sua primeira missa, dando início à sua brilhante carreira
sacerdotal. Logo, em junho daquele ano, é nomeado Lente do Seminário
Diocesano. No ano seguinte, atuando, na
Catedral de São Francisco, recebe, em janeiro, pleno uso de ordens nesse
santuário, tendo confirmação de faculdades especiais a seguir. Ao final daquele
mesmo mês, substitui Monsenhor Ascânio Brandão como Diretor e Redator-chefe do
jornal O Lábaro.
Em junho, participa,
ativamente, junto com o vigário capitular Monsenhor João José de Azevedo, da
Páscoa Operária, na Juta Fabril, quando cerca de mil operários recebem a
sagrada comunhão. Em outubro desse ano, Dom Francisco Borja do Amaral assume o
bispado de Taubaté, liberando Monsenhor João José de Azevedo para outras
funções.
Em fevereiro de 1945, é
nomeado Diretor da Imprensa Diocesana e Biblioteca, e professor do Seminário e
do Colégio Diocesanos, lecionando História da Literatura Brasileira. No mês
seguinte, é nomeado Auxiliar da Ação Católica e da Organização da Juventude no
bispado de Taubaté. Em dezembro de 1945, passa a dividir a direção do Lábaro
com o Padre João Maria da Silva, ficando somente como Diretor Redator.
A partir de 1946, passa a
redigir a “Coluna Ação Católica”, no Lábaro, bem como publica inúmeros artigos,
na primeira página desse jornal, sobre os assuntos mais importantes para a
Diocese nesses tempos, como a fundação da Universidade Católica de São Paulo, o
sentido cristão da arte e as catedrais, a posição da igreja na estrutura da paz
alcançada, após o final da segunda guerra mundial, o ensino religioso contra o
partido comunista, contra o preconceito da burguesia etc.
Em 1947, acumula uma
série de atividades: Secretário
particular de Dom Francisco Borja do Amaral, Lente, no Seminário, Assistente
Geral da Ação Católica, Assistente Eclesiástico do Centro Operário de Taubaté,
continuando a ser diretor redator de O Lábaro.
No final de 1947, Dom
Francisco cria a Paróquia da Santíssima Trindade, na vila de Nossa Senhora das
Graças, substituindo a antiga capela estabelecida, em 1932, por Dom Epaminondas
e cujo primeiro capelão tinha sido Monsenhor Ascânio.
Nesse ponto de nossa
narrativa, cabe abrir um espaço para contar um pouco desse bairro e de seus
habitantes.
Os primórdios de Taubaté.
O povoado formado por
Jacques Félix, por volta de 1640, passou pelas fases tradicionais do Brasil
colonial, primeiro uma economia agropecuária de subsistência aliada a
expedições de caça e de escravização dos índios. Com a descoberta de ouro, nos
sertões de Minas Gerais, acontece uma mudança nesse cenário, focada agora na
busca de metal precioso. Continua Taubaté a manter uma agropecuária de
subsistência combinada a uma função de entreposto, abastecendo os novos
povoados sendo formados, nos sertões mineiros, com a ação das tropas de burros
e seus tropeiros. Por volta de 1715, escasseando o ouro, as sesmarias e as
fazendas de Taubaté se concentravam na atividade canavieira, por mais de um
século, quando a sua atratividade diminui em prol de uma nova plantação, o
cafezal. De 1825 em diante, esse torna-se o rei da economia de Taubaté e de
toda a região, desde o estado do Rio de Janeiro e estendendo-se por todo o vale
do Paraíba e cercanias.
Taubaté em fins do século XVII.
Apesar de todas essas
mudanças, Taubaté ficou restrita a um pequeno centro com suas poucas ruas
disciplinadamente distribuídas em quarteirões regulares e bem traçados,
circundando a sua igreja matriz dedicada a São Francisco das Chagas, tendo seu
Convento no limite extremo na direção do Rio de Janeiro, e o velho cemitério,
no início da rua quatro de março, no caminho de São Paulo.
A grande modificação veio
com a chegada da Estrada de Ferro Dom Pedro II, em 1876, que passou a
substituir as tropas de burros no transporte do café e de outros mantimentos
para os grandes centros - Rio de Janeiro e São Paulo.
Nos anos seguintes, foram
construídos prolongamentos das ruas centrais em direção à Estação de trens,
partindo da atual rua XV de Novembro. Primeiramente, a atual Rua Carneiro de
Souza, em 1877, seguida da Anísio Ortiz e da Bispo Rodovalho em 1881. Finalmente,
a cidade se ampliava, mas ainda limitada pela via férrea. Além da ferrovia,
como em todo o redor da cidade, o terreno era dominado por sesmarias, por
grandes fazendas, e mais próximo do centro por chácaras. Ressalta-se, também, a
estrada para Tremembé, município recém separado do de Taubaté, em 1896, de um
lado, e o acesso ao Núcleo Colonial de Quiririm formado quando da chegada dos
imigrantes italianos, em 1889, do lado oposto.
Com o declínio do café,
na busca por alternativas, a cidade se apresentou como um fértil campo para a
chegada de indústrias, embaladas pelas invenções da revolução industrial
iniciada, na Inglaterra, e que logo se espalharia por todo o mundo.
A CTI, Companhia Taubaté
Industrial, foi a primeira grande empresa a se estabelecer, além do antigo
limite dado pela rua Quatro de março, isso, em 1891, com sucessivas expansões
nos anos seguintes.
Com a passagem da
cafeicultura concentrada, na zona rural, para fábricas, na área urbana ou bem
próxima do centro, surge a necessidade de um número maior de residências. Em
resposta a essa demanda, duas atividades se desenvolveram: donos de chácaras e
de fazendas a pouca distância do centro passaram a fazer loteamentos
notadamente de cunho popular, e algumas indústrias iniciaram a construção de
vilas operárias em terrenos próximos de seus estabelecimentos, como o fez Félix
Guisard para os empregados da CTI. O empreendimento da CTI amplia a zona urbana
na direção de Quiririm, mas ainda limitada pela linha férrea.
No outro extremo da
cidade, nas terras do Areão, a pioneira D. Iria Nogueira loteia, por volta de
1910 a 1915, uma enorme propriedade inovando com pagamentos de pequena monta
semanais vendendo-os para os habitantes necessitados de uma moradia. Ali, se formou
a vila Nogueira ainda hoje existente.
Em 1927, foi criada a
Companhia Fabril de Juta, e seus administradores decidiram montar essa nova
indústria num grande terreno além da Estrada de Ferro, já então chamada de
Central do Brasil, assim renomeada pelos primeiros governos republicanos,
acrescentando todo um novo espaço para o crescimento da cidade. A Juta passou
rapidamente por seguidas ampliações nos anos seguintes, com significativo
aumento do número de empregados.
A vila de Nossa Senhora das Graças.
Nessa mesma região da
cidade, nesse período, por volta de 1930, encontramos um grande terreno de
propriedade do bispado de Taubaté, e, por iniciativa de Dom Epaminondas, foi
feito um loteamento, em pequenas unidades, voltadas para as pessoas de baixa
renda. O loteamento do Bispado, como ficou conhecido, tinha reservado, na sua
parte central, um espaço destinado à religiosidade e ao culto católico. Ali,
foi construída, em 1932, uma capela dedicada à Nossa Senhora das Graças cujo
primeiro capelão foi justamente Monsenhor Ascânio.
Em 1935, a nova fábrica
veio para esta região, a indústria de botões Corozita, ampliando a oferta de
empregos e a demanda por residências próximas.
Taubaté em 1929.
A vila das Graças ficou
consolidada, recebendo um conjunto de residências construídas pela Juta Fabril
para seus operários, em 1937, com cerca de 130 casas. Alguns anos mais tarde, a
Juta montou outra comunidade para seus empregados, com 258 casas formando a
vila São Geraldo.
A população, nessa
região, cresce ainda mais e a pequena capela passa a ser acanhada para
comportar essa população, e, assim, em dezembro de 1947, Dom Francisco Borja do
Amaral criou a Paróquia da Santíssima Trindade e indicou seu primeiro vigário,
o Padre Florêncio Luiz Rodrigues.
Trabalhando com intensa
dedicação, padre Florêncio promoveu, em setembro do ano seguinte, em 1948, a
primeira festa de Nossa Senhora das Graças, com procissão solene, com a
Irmandade de Nossa Senhora das Graças reorganizada e aprovada por Dom
Francisco, e dá início à construção da torre da Igreja Matriz da paróquia.
No início de 1949, a
comunidade religiosa de Taubaté comemora o jubileu de ouro de padre Florêncio,
que, logo em seguida, se afasta da paróquia de Nossa Senhora das Graças sendo
substituído pelo novo vigário, nosso Padre José Luiz em 19 de março de 1949.
O padre José Luiz da Vila das Graças.
E tem início a brilhante
atuação do Padre José Luiz da Vila das Graças, que, nessa tarefa, entregou toda
sua energia e, mais que isso, todo seu coração, transformando-se no defensor de
seus paroquianos, desbravador de oportunidades, incentivador e pioneiro de
tantas iniciativas tão necessárias para o desenvolvimento da Vila das Graças,
material e espiritualmente.
Em poucos meses, logo em
outubro do mesmo ano, criou o Curso Primário da paróquia, seguido, em março de
1950, pela fundação do Serviço Paroquial de Assistência, base de suas inúmeras
atividades, e inicia a construção de uma sede ao lado da igreja matriz. Em
1960, adicionou o curso ginasial ao primário já em operação. Entre outras
atividades, encontramos, no Centro Paroquial, aulas de corte e costura e até
serviço odontológico.
Igreja de N. Senhora das Graças.
Em 1962, conseguiu abrir
a Clínica Médica, na Vila das Graças, com a Dra. Thereza Freire Vieira
conduzindo suas atividades e, em 1963, foi a vez de conseguir a aprovação e a
instalação de uma agência da Caixa Econômica do Estado de São Paulo para
atendimento dos moradores da região.
Para a aprovação desses
projetos, foi necessária uma grande atuação do Padre Zé Luiz tanto na motivação
dos seus paroquianos, procurando apoio nos órgãos governamentais, tanto no
executivo e legislativo, em nível municipal e estadual. Entre seus amigos e
apoiadores, encontramos o Vereador e Prefeito Guido Miné e o Deputado estadual
Roberto Cardoso Alves.
Ao lado de todas as
dificuldades de seu trabalho como Vigário da Santíssima Trindade, o Cônego José
Luiz achou espaço e tempo para participar do Cabido Diocesano, de ser Diretor
espiritual do Seminário Diocesano, ser Fundador do Pensionato N. Sra. Aparecida,
ser Diretor das Obras de Vocações Sacerdotais e Professor de Filosofia da
Faculdade de Filosofia de Taubaté e do Colégio Estadual e Escola Normal
Monteiro Lobato.
Cabe também adicionar seu
lado esportivo, participando de partidas de futebol com os alunos do Seminário,
e usando uma motocicleta para se deslocar pelas ruas da cidade.
Nem tudo foram flores e
alegrias, nessa caminhada, pois, em 1964, acontece o fechamento da Juta,
deixando um enorme contingente de paroquianos desempregados. Padre Zé Luiz
imediatamente iniciou uma calorosa campanha para minorar o sofrimento desses
paroquianos. Ficaram famosas as festas religiosas que realizava, no Centro
Paroquial, bem como as procissões e as romarias para Aparecida.
Infelizmente, no auge de
seus projetos, seu coração, capaz de acolher todos os necessitados, começou a
falhar. Esforços foram feitos pelos amigos e pelos médicos, tanto na cidade
como em hospitais na capital do estado. Em vão...
Busto do Padre José Luiz, na vila das
Graças, obra do escultor José Demétrio da Silva (1940-2011).
Jovem, com apenas 45
anos, em 11 de fevereiro de 1966, deu seu último suspiro. Não só a Vila das
Graças chorou, mas toda a cidade. O prefeito de Taubaté, Jaurés Guisard,
decretou luto oficial de três dias, diversas entidades se manifestaram,
expressando o pesar pela perda de tão valioso cidadão, entre elas a Faculdade
de Filosofia, Ciências e Letras de Taubaté, a Câmara Municipal de
Pindamonhangaba, e o Rotary Club de Taubaté. A Câmara Municipal de Taubaté lhe
conferiu o título de “Cidadão Taubateano”, postumamente, em cerimônia que
contou com a presença do Reverendíssimo Bispo Diocesano, Dom Borja do Amaral.
Na igreja que ele tanto amou, ele foi velado, durante a noite, passando por ali
milhares de pessoas para dar seu último adeus. Na manhã seguinte, um cortejo de
carros, mais de seiscentos, segundo consta, acompanhou sua volta para a terra
natal, Pindamonhangaba, onde, na sua Igreja Matriz, nova missa de corpo
presente foi realizada. Ao lado de seu túmulo, diversas autoridades se
revezaram em vibrantes discursos, todos louvando os feitos e a enorme dedicação
do Padre José Luiz.
Seu jazigo, no Cemitério
Municipal de Pindamonhangaba, ainda é constantemente procurado, sendo comum
nele encontrar bilhetes com os mais diversos pedidos, alguns para a cura de
doenças, outros em busca de empregos ou de um bom casamento.
Túmulo em Pindamonhangaba.
Com sua prematura
partida, a Igreja perdeu um religioso que estava, certamente, predestinado a
realizar mais e maiores obras. Sem dúvida, teria seguido uma carreira, que ele,
em sua humildade, nunca desejou, mas que o levaria aos mais altos postos do clero.
E a sociedade também
perdeu um grande intelectual, que, como bem registrou o Acadêmico Oscar Soares,
cultuava o saber por meio de atividades de oratória sacra, de jornalismo e de
magistério, predicados que o credenciaram para ser um significativo patrono de
uma cadeira na Academia Taubateana de Letras, cadeira que, hoje, com muito
orgulho, eu ocupo.
Referências:
1.
O Padre José Luiz e a Vila das Graças, de
Theresa Freire Vieira.
2.
Diversas edições de O Lábaro.
3.
Discurso de Exaltação ao Cônego José Luiz
Pereira Ribeiro, Oscar Vicente Vieira Soares, Taubaté, 2002.
Observações
Acadêmico: Oscar Vicente Vieira Soares (26/10/2001 – 24/4/2012) (falecimento).Exaltou o patrono em 13/9/2002, segundo a pág. 60 do 1º livro de Atas.
Acadêmico: Plínio
Salgado Guimarães Lage (2º ocupante: 7/12/2012 – 27/1/2023) (desistência). Passou
a membro emérito em 27/1/2023. Faleceu em 16/8/2024.
Acadêmico: José
Eugenio Guisard Ferraz (29/9/2023).
